quinta-feira, 11 de junho de 2015

Heavy Metal Hero e ator Christopher Lee partiu pro além








No cinema ele foi Drácula, o Conde Dooku de Star Wars e o mago Saruman em The Lord of The Rings, mas na música ele foi um metaleiro, o mais velho heavy metal hero vivo, agora morto, aos 93 anos de insuficiência cardíaca e respiratória. Christopher Lee, além de ator top de linha, podia ser considerado o mais velho músico de rock do mundo. Seus personagens sombrios tem tudo a ver com o gênero do rock mais identificado com  forças do mal.
No ano passado Christopher Lee lançou o EP Metal Knight, uma leitura pesada de temas de musicais O Homem de la Mancha - Dom Quixote, que chamou de o "personagem de ficção mais heavy metal" que conhecia e The Impossible Dream, além de My Way e a Marcha do Toreador da ópera Carmen. 






Em maio de 2012, comemorou seus 90 anos com o album Charlemagne: The Omens of Death, com o single Let Legend Mark Me as the King, em parceria com os guitarristas  Richie Faulkner (do Judas Priest) e Hedras Ramos. Ele colaborou com  a banda Manowar no álbum Battle Hymns MMXII como narrador na faixa Dark Avenger. 

No final de 2012 lançou um EP com releituras de canções de Natal com um twist. Jingle Bells, por exemplo, virou Jingle Hell. Esta música chegou ao 18º lugar na parada de singles e, aos 91 anos e seis meses, ele se tornou o intérprete mais velho a entrar numa parada americana. Lee tirou o "título" do grande cantor de jazz Tony Bennett, que, aos 85 anos, entrara no hit parade com a canção Body and Soul gravada em dueto com Amy Winehouse, do album Duets II, que chegou ao primeiro lugar.

 







Valeu Christopher Lee.

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